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O chamado Belt and Road nada mais é do que a cooperação chinesa com países estratégicos para o desenvolvimento de infraestrutura e escoamento da produção
Diversos países começaram a investir no desenvolvimento de criptomoedas nacionais, as chamadas CBDCs (ou Central Bank Digital Currencies), como o real digital. Elas nada mais são do que a representação virtual de moedas emitidas pelos Bancos Centrais — e a China promete ampliar os usos daqui para frente com o yuan digital.
Em meio a debates sobre o uso do dólar em pagamentos internacionais, a China anunciou que pretende ampliar o uso do yuan digital (também chamado de e-CNY) para pagamentos transfronteiriços.
O país já vinha fazendo testes com a moeda virtual, como aconteceu nos jogos de inverno em fevereiro do ano passado. Agora, a expectativa é de o país estender o uso para as nações que integram a Nova Rota da Seda.
O chamado Belt and Road nada mais é do que a cooperação chinesa com países estratégicos para o desenvolvimento de infraestrutura e escoamento da produção. Uma moeda comum ajuda a reduzir os custos de transação e otimiza a logística de trocas.
O anúncio acontece em meio a debates sobre o uso do dólar americano em transações internacionais. Países como Brasil e China, que têm suas próprias moedas, precisam usar o dinheiro dos Estados Unidos para fazer trocas comerciais — o que foi questionado pelo presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva em visita ao Gigante Asiático.
O chefe de Estado brasileiro reforçou a necessidade de uma moeda comum para trocas comerciais dos Brics, grupo de países emergentes que inclui Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (o “S” vem de South Africa).
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Vale lembrar que o yuan digital foi uma das primeiras CBDCs a serem amplamente testadas.
No Brasil, o real digital (RD) também está com um cronograma bastante adiantado, mas, de acordo com a agenda do Banco Central, os testes de estresse e usabilidade devem começar no início de 2024.
Entretanto, não foi confirmado se a China usaria o e-CNY para trocas específicas com o Brasil. O início dos testes para trocas entre países começará na província de Xuzhou, de acordo com o plano do governo chinês que leva o mesmo nome dessa região.
Xuzhou serve como ponto de partida para vários trens de mercadorias da China com destino à Europa. Existem 18 conexões ferroviárias transfronteiriças regulares da cidade para 21 países na Ásia e na Europa.
Há rumores de que a Rússia também estaria desenvolvendo sua própria CBDC para escapar das sanções impostas pelo Ocidente após o início da guerra com a Ucrânia.
Uma das vantagens da CBDC é a programabilidade — em outras palavras, a capacidade de se criar contratos inteligentes (smart contracts) e outras aplicações com a moeda de maneira automática.
Por fim, mais uma alternativa ao dólar seria o uso de criptomoedas como o próprio bitcoin (BTC), que nasceu para ser o ouro digital e substituir o sistema bancário atual, de acordo com os entusiastas das criptomoedas. Porém, alguns países como a Índia são avessos ao uso de moedas digitais descentralizadas.
*Com informações do CoinTelegraph
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